sexta-feira, 14 de outubro de 2016


Postado pelo trio: Sonia Maria, Mayra, e Natália Santos

Violência na Escola



Kelly Cristina Lopes de Lemos, 13212080167

O Papel do Coordenador Pedagógico

O coordenador pedagógico é fundamental no ambiente escolar, pois ele promove a integração dos envolvidos no processo ensino-aprendizagem, estabelecendo relações interpessoais de forma saudável. Ele tem um papel essencial na valorização da formação do professor, pois desenvolve certas habilidades capazes de lidar com as diferenças, tendo como objetivo ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.

O coordenador pedagógico tem que ter consciência da responsabilidade e do papel que assume na instituição, por isso, deve estar em constante processo de formação e em parceria com o corpo docente, os pais, alunos e direção.

Agindo dessa forma, ele estará promovendo um ambiente democrático e participativo em que a comunidade escolar terá liberdade para produzir conhecimento, a mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.

Compete a direção e a coordenação pedagógica apoiar e sustentar um espaço em que haja reflexão, investigação, negociação e tomada de decisão colaborativa entre todos os atores da escola, valorizando a formação de professores e a sua.

O coordenador pedagógico tem, além, das funções pedagógicas, a tarefa de resolver os conflitos no espaço escolar, como os de ordem burocrática, disciplinar e organizacional. Ele deve dispor de métodos e ações que colaboram para o fortalecimento das relações entre a cultura e a escola. Para assumir esse cargo, é necessário estar preparado para enfrentar os problemas diários e atender aos pais, funcionários e professores com presteza e responsabilidade, incentivando a execução do projeto pedagógico e a participação de todos na construção do mesmo.

O coordenador pode promover significativas mudanças, pois contribui de forma significativa para a formação e informação dos docentes. Ele torna o espaço escolar dinâmico e reflexivo, com isso, há uma maior superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.

Seu papel é  fundamental para a formação dos docentes envolvidos no processo educacional. Com as funções formadora, articuladora e transformadora desse profissional no ambiente escolar.

Chiiiiiiiiiiiico, vamô já tá na hora de irmos pra reunião da escola, vamos ajudar a fazer o Projeto Político Pedagógico da...

É dever do Coordenador Pedagógico coordenar os debates e reuniões para a formulação do Projeto Político Pedagógico garantindo a participação de toda a comunidade escolar interessada.


Referências:
  •  http://www.infoescola.com/educacao/coordenador-pedagogico/
  •  http://pt.slideshare.net/gestaoemfocoufal/charge
 

Grupo:

Isabella Augusto Ribeiro 14212080316
Pollyana Gomes de Souza 14212080464

O Papel do Coordenador Pedagógico

O coordenador pedagógico é fundamental no ambiente escolar, pois ele promove a integração dos envolvidos no processo ensino-aprendizagem, estabelecendo relações interpessoais de forma saudável. Ele tem um papel essencial na valorização da formação do professor, pois desenvolve certas habilidades capazes de lidar com as diferenças, tendo como objetivo ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.

O coordenador pedagógico tem que ter consciência da responsabilidade e do papel que assume na instituição, por isso, deve estar em constante processo de formação e em parceria com o corpo docente, os pais, alunos e direção.

Agindo dessa forma, ele estará promovendo um ambiente democrático e participativo em que a comunidade escolar terá liberdade para produzir conhecimento, a mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.

Compete a direção e a coordenação pedagógica apoiar e sustentar um espaço em que haja reflexão, investigação, negociação e tomada de decisão colaborativa entre todos os atores da escola, valorizando a formação de professores e a sua.

O coordenador pedagógico tem, além, das funções pedagógicas, a tarefa de resolver os conflitos no espaço escolar, como os de ordem burocrática, disciplinar e organizacional. Ele deve dispor de métodos e ações que colaboram para o fortalecimento das relações entre a cultura e a escola. Para assumir esse cargo, é necessário estar preparado para enfrentar os problemas diários e atender aos pais, funcionários e professores com presteza e responsabilidade, incentivando a execução do projeto pedagógico e a participação de todos na construção do mesmo.

O coordenador pode promover significativas mudanças, pois contribui de forma significativa para a formação e informação dos docentes. Ele torna o espaço escolar dinâmico e reflexivo, com isso, há uma maior superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.

Seu papel é  fundamental para a formação dos docentes envolvidos no processo educacional. Com as funções formadora, articuladora e transformadora desse profissional no ambiente escolar.

Chiiiiiiiiiiiico, vamô já tá na hora de irmos pra reunião da escola, vamos ajudar a fazer o Projeto Político Pedagógico da...

É dever do Coordenador Pedagógico coordenar os debates e reuniões para a formulação do Projeto Político Pedagógico garantindo a participação de toda a comunidade escolar interessada.


Referências:
  •  http://www.infoescola.com/educacao/coordenador-pedagogico/
  •  http://pt.slideshare.net/gestaoemfocoufal/charge
 

Grupo:

Isabella Augusto Ribeiro 14212080316
Pollyana Gomes de Souza 14212080464

Educação em direitos humanos: saída contra violência nas escolas

A educação em direitos humanos como estratégia para o enfrentamento da violência nas escolas foi o principal tema da palestra da professora titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Vera Maria Ferrão Candau, na aula inaugural do Curso de Atualização em Enfrentamento da Violência e Defesa de Direitos na Escola, coordenado pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP). A convidada alertou sobre a cultura da violência, sua complexidade e banalização.

A importância de não separar a violência escolar da violência social foi o primeiro aspecto destacado pela convidada na sua apresentação. Segundo Vera Candau, a violência é uma marca estrutural da história do Brasil, e pode ser observada desde a invasão europeia, passando pela escravidão e pelas relações sociais, nas quais sempre há um grupo dominante. Desestabilizar essas relações não é nada fácil, afirmou.

Ainda de acordo com a professora da PUC, a sociedade tem refletido pouco sobre a cultura da violência que não deve ser tratada apenas como um fenômeno esporádico, pois se traduz em formas de vida. Sujeitos cada vez mais jovens estão se envolvendo nessa rede de violência. Ela já está naturalizada, banalizada e perdeu o impacto, a não ser quando ocorre alguma tragédia. Vivemos um cenário de violência social, apesar das políticas de direitos humanos. Ao comentar a violência escolar, a convidada revelou que as pesquisas se referem às manifestações registradas e, na maioria dos casos, são observadas por meio das ameaças e agressões verbais, das agressões físicas, pelo assédio do narcotráfico, depredações, pichações e discriminações entre os alunos.

Violência social e violência escolar estão relacionadas, mas esta relação não pode ser vista de modo mecanicista e simplista. Estamos falando de um fenômeno complexo, multicausal, com dimensões estruturais e culturais variadas. Também não podemos deixar de falar que a própria escola produz violência. A violência nas escolas é reflexo da violência na sociedade sim, mas ela também a produz quando nega o saber da criança e não leva em consideração o seu contexto.

Vera Candau disse que a escola deve resgatar o aluno como um sujeito de direitos, por meio de mecanismos de participação e diálogo, além de rever sua relação com a família do estudante. Em geral, a família da criança só é chamada quando há problema. Os pais não participam de maneira ativa do cotidiano dos filhos na escola, que também deve reinventar seus espaços. A professora defendeu a tese de que a educação em direitos humanos é a forma mais eficaz para enfrentar essa forma de violência nas escolas.

A educação em direitos humanos é compreendida como um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos e articula algumas dimensões, como a apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local; a afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade; a formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político; o desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos contextualizados; e o fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e instrumentos a favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bem como da reparação das violações, finalizou.

Disponível em: http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/21960

Kelly Cristina Lopes de Lemos, 13212080167
Violência na Escola

Este relato é sobre a experiência que tive quando meu filho passou a estudar em uma escola da rede estadual de educação.

Logo que meu filho iniciou o 6º ano de escolaridade começaram a aparecer vários indícios de que aquele ano seria difícil. Ele passou a demonstrar falta de interesse em ir à escola, chegava triste em casa. Então, após uma conversa, percebi que ele sofria bullying; reclamou que os colegas o xingavam por ser gordinho. Dizia ele que os garotos maiores batiam nos menores e tomavam seus lanches à força.

Ao comparecer à escola fui atendida pela OP - Orientadora Pedagógica -, que dava auxílio por não haver Orientador Educacional na Unidade de Ensino. Contei a OP os fatos ocorridos e manifestei minha posição de indignação contra a violência, que não acontecia somente com meu filho, e sugeri que a escola poderia se mobilizar para promover campanhas e projetos que conscientizasse os alunos quanto ao respeito às diferenças, evitando mais violência.

Através da conversa, a OP informou que aquela turma realmente estava dando muito trabalho, devido ao fato da turma ser formada por alunos entre as idades de 10 a 14 anos, muitos deles repetentes. Perguntei se a turma poderia ser desmembrada, mas respondeu que elas eram formadas pelo sistema digital da Secretaria de Estado de Educação, portanto não poderiam ser alteradas.

Com o passar do tempo, não observei melhora. O Thiago chegava em casa roxo, furado a lápis, mas parecia que já estava conformado com isso. Voltei à escola e desta vez fui atendida pelo diretor, que no momento demonstrou interesse em resolver os problemas; fez uma reunião com a turma e convocou os alunos que causavam agressões e seus responsáveis. Após isso, as perseguições em relação ao Thiago diminuíram, mas na sala de aula continuava tumulto; os alunos não respeitavam nem mesmo os professores, segundo ele contava.

Certo dia uma aluna foi espancada pela colega até sangrar enquanto outra filmava a cena, que foi publicada em rede social na internet. Isso ocorreu enquanto havia professor em sala. Quando meu filho me mostrou o vídeo fiquei horrorizada e compareci outra vez à escola para ter um esclarecimento, pois fiquei preocupada com a situação. Tive a oportunidade de conversar com a professora que estava em sala no momento da briga, e ela avisou que o caso já tinha sido encaminhado ao conselho tutelar e o vídeo removido da internet. Eu disse que a escola deve proteger a criança integralmente e que esse tipo de situação é inaceitável. A professora, triste e desmotivada, acabou desabafando: Ultimamente, a sala de aula tem sido um campo de guerra e o professor sozinho não tem como fazer milagres.

Kelly Cristina Lopes de Lemos, 13212080167.