terça-feira, 11 de outubro de 2016

ESCOLA X VIOLÊNCIA


A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.
Porém, o que vemos são ações coercitivas, representadas pelo poder e autoritarismo dos professores, coordenação e direção, numa escala hierárquica, estando os alunos no meio dos conflitos profissionais que acabam por refletir dentro da sala de aula.
Além disso, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade quanto a uma sociedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos, conforme esses modelos sociais.
Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.
Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas se utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.
Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação, para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.
Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
 
fonte:www.brasilescola.uol.br
Juliane Silva do Nascimento Nepomuceno






                                             SÍNDROME DE BURNOUT


Resultado de imagem para imagem sobre sindrome de burnout na rede pública

A Síndrome de Burnout é mais comum do que podemos imaginar e afeta principalmente professores e agentes da área da saúde. Nas escolas, é importante que a gestão esteja atenta para essa realidade cada vez mais comum nos ambientes escolares. Cabe à gestão proporcionar uma ambiente de trabalho de união, ajuda mútua e integração entre os colegas de trabalho. A articulação da gestão deve priorizar o trabalho conjunto, ou seja, em equipe. Quando unimos forças o trabalho fica menos desgastante e tudo flui melhor. Quem ama a profissão deve procurar fazer do seu ambiente de trabalho um lugar onde tenha satisfação em estar ainda que haja problemas. Saber lidar com as dificuldades do cotidiano ajuda a minimizar o  estresse e o cansaço emocional. A orientação educacional junto com a coordenação escolar devem criar estratégias para que os alunos criem laços de amizade promovendo atividades esportivas, fazendo uma pesquisa para saber das necessidades dos alunos, sobre como eles gostariam que a escola fosse, ou o que gostariam que a escola tivesse a fim de proporcionar um ambiente acolhedor e agradável aos alunos. Dessa forma, num ambiente em que os alunos são chamados à responsabilidade de forma estratégica, talvez tivéssemos um menor índice dessa síndrome entre os professores.

Webibliografia

http://www.unaerp.br/revista-cientifica-integrada/edicoes-anteriores/edicao-n-2-2014-1/1464-161-454-1-sm/file

Grupo: Sandra da C. T. Silva, Sonia Gabilan e Nilma Rosa

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Assédio Moral e Síndrome de Burnout caminham lado a lado...

Postado pelo TRIO: Verônica G. Soares, Cassiane Felisberto e Ariane Pinheiro.

Síndrome de Burnout

Quem nunca se deparou com tal situação?




Postado por: Ariane Pinheiro, Cassiane Felisberto e Verônica G. Soares.

Conhecendo a Síndrome de Burnout

A tensão emocional e o estresse crônico causado pelo excesso de trabalho e também pelo estudo são sintomas da síndrome de burnout. Outros sintomas que caracterizam a síndrome de bournout são o cansaço excessivo, a falta de motivação , memória e concentração, a frustração entre outros.

A síndrome pode atingir aquelas pessoas que lidam com o estresse durante um longo período de tempo, por exemplo com os professores. É importante saber que a síndrome não acontece do nada, e sim de um acumulo de fatos.

Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Southern Maine são poucas que dizem que a causa da síndrome de Burnout são desgastes físicos e mentais.
Uma parte dos indivíduos alega que os problemas financeiros e problemas familiares são os causadores da síndrome burnout. E outra parcela, bem maior, diz que é justamente o esgotamento por múltiplas atividades que é o causador da síndrome de Burnout.

É fundamental que todos saibam quais os agentes causadores da síndrome de bournout para que possa preveni-la ou, caso a síndrome já esteja presente, trata-la.

Ao diagnosticar a síndrome de burnout precocemente, o indivíduo irá buscar formas de tratamento. Caso ela seja diagnosticada tardiamente, as consequências podem ser piores, pois acaba gerando um bloqueio para perceber o que está acontecendo

Na pesquisa realizada em Meiden são citadas algumas dicas para serem tomadas caso que está caminhando para a síndrome de burnout.
A primeira é não tomar responsabilidades que você não vai conseguir lidar de maneira saudável. Sabemoss que os desafios são importantes para o nosso crescimento individual, mas eles não podem ultrapassar nossos limites.
Outra dica é ser organizado nas tarefas, ou seja, não querer fazer e resolver tudo de uma vez. Realizar atividades que saia da rotina e fazer coisas que dê prazer pode ser uma ótima saída. E por fim, peça ajuda e divida as tarefas, de modo que não haja uma sobrecarga.

Portanto, é ideal que todos saibam da existência dessa síndrome, suas causas e como trata-la.

Bibliografia

http://bit.ly/29YNYDA


Ariane de Oliveira Pinheiro 14112080181
Cassiane Felisberto 14112080174
Veronica Gonçalves 14112080165

Assédio Moral.

Assédio Moral na Escola




O Assédio Moral é a exposição humilhante e constrangedora levada a cabo por um superior hierárquico, durante a jornada de trabalho e no exercício das suas funções, sucessiva e prolongadamente. Muitos não sabem, mas o assédio moral pode levar o agressor até dois anos de reclusão.

E por incrível que pareça, no setor público, onde incompetentes, que se acham donos da coisa pública também acontece com frequencia o Assédio Moral.

Geralmente isso acontece contra pessoas passivas, que por não saberem ou temerem calam-se diante desses bobalhões que se acham “donos do que é público”.

Nas escolas, onde há muitos diretores competentes e humanos, corretos e dignos há também muitos diretores, vice-diretores incompetentes e perversos, mancomunados com as equipes por eles indicadas ou subjugadas por medo ou vontade de ver o circo pegar fogo, que subjugam educadores ao ponto de levá-los a doenças como a depressão e muitos, desesperados com a situação constrangedora solicitam remanejo para outra escola ou mesmo exoneração de suas funções, pois não aguentam mais estes pústulas que se acham donos das escolas.

Outros diretores sabem menos que um secretário de escola e mandam menos que um vice e envolto em suas incompetências encontram no assédio moral uma maneira de serem vistos e respeitados.

Atas são lavradas, exposições vexatórias em frente a seus pares são invariavelmente executadas e como infelizmente neste nosso meio o que menos existe é ética, muitos são aqueles que calam ao verem colegas sendo enxovalhados por qualquer “diretorzinho” ou “diretorzinha”, muitos dos quais, INCOMPETENTES, mandonistas e sem escrúpulos, que estão ali, pois quando eleitos a comunidade não tem o conhecimento de seu perfil moral ou ético o suficiente para dizer não a esses aproveitadores e quando indicados, o são por serem cães fiéis a políticos espertalhões ou lambedores de botas de “coronéis”, pois o coronelismo ainda existe.

Não podemos calar, devemos comprovar o assédio e colocar esses párias na cadeia, pois é nesse local que muitos deveriam estar, pois delinquem ao promover tais atos agressivos contra colegas.

Esquecem esses ladinos que em grande maioria das escolas há eleições e um dia eles poderão não ser eleitos. E como a vida é uma “roda viva”, hoje eles podem estar acima, mas amanhã poderão estar abaixo do rabo do gato. Aliás, muitos nem deveriam daí ter saído.

Quando não há eleição e os mesmos venham a ser indicados, pior fica a situação, pois diretor indicado significa cabo eleitoral pagos com verbas públicas o que é pior e mais danoso à sociedade, pois nem sempre esse possui qualificações pedagógicas para ocupar tal cargo e também se seu protetor não for eleito o oportunista estará na berlinda.

Seja qual for a situação, o agressor deve ser denunciado e o profissional em educação não deve comparecer a sala de tortura mental, onde em meio a uma cachorrada é exposto aos sádicos que a seu redor rosnando feito cães ferozes e ficam felizes em vê-lo chorar e ser humilhado. E rosnam porque só sabem agir em bando devido a sua inegável incompetência e covardia.

Quando não alguns párias mancomunam-se com equipes e até alunos, mentindo, distorcendo e inventando histórias para prejudicar um colega, mas esses pústulas geralmente lhes cai a máscara, pois fazem isso para desviar a atenção de sua postura censurável e seu passado sujo, assim tendo um bode expiatório esses crápulas tentam passar por gente boa, mas seu passado um dia vem a tona e passam a ser odiados tanto ou mais que o agredido.



 Postado por: Thais Guimarães/ Roseli Barbosa / Marisete Mesquita.
Polo: Paracambi.

A nova dimensão da orientação educacional.

   A nova dimensão da orientação educacional


                Sobre a Orientação Escolar ou Educacional, Ferreira (apud Batista, 2010) conceitua: “Processo intencional e metódico destinado a acompanhar, segundo técnicas específicas, o desenvolvimento intelectual e a formação integral da personalidade dos estudantes, sobretudo adolescentes” (p. 27).
                 O termo “Orientador Educacional” é conceituado na enciclopédia virtual Wikepédia - site amplamente utilizado em pesquisas básicas online, da seguinte maneira: (...) uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização.
                 O orientador educacional atua junto ao corpo discente das instituições de ensino, acompanhando as atividades escolares, O ORIENTADOR EDUCACIONAL: Atuação, formação profissional e dilemas enfrentados pelo Pedagogo Escolar com o fim das habilitações em Pedagogia Fabrício Spricigo Florianópolis, v. 13, n. 01, p. 187 – 205, jan. / jun. 2012 191 bem como o desempenho do estudante, seja em termos de rendimento ou de comportamento.
                A inserção da Orientação Educacional nos objetivos educativos e no desenvolvimento dos conteúdos das diferentes áreas de conhecimento, nas atividades didático-pedagógicas e nas instituições escolares e extraescolares, faz dela um campo de atuação que se preocupa, em primeira instância, com a realidade sócio educacional e seus processos subjacentes. No contexto da Orientação, o professor, mais do que instruir, precisa ajudar a aprimorar seus alunos com sua presença, seu apoio, dedicação e afirmação frente à vida.
                O professor que verdadeiramente está ciente de seu papel deve ser também um ouvinte, um orientador do seu aluno. Todavia, mesmo assim, precisa de um suporte na resolução de questões que extrapolam o ambiente da sala de aula. Nesse contexto, revela-se de extrema importância o Pedagogo escolar, principalmente na figura do Orientador Educacional. Só com a colaboração e compreensão dos professores é que o orientador conseguirá construir um clima favorável ao desenvolvimento da aprendizagem no cenário escolar.
                 Por meio da união entre orientador e docente, na base do bom relacionamento, da filosofia de vida e de educação, traduzidos no entusiasmo e vivência de valores, da formação do educando, poderá o Orientador Educacional auxiliar no desenvolvimento do processo ensino aprendizagem. (ABELIN, 1989) O professor participa do processo de Orientação Educacional quando considera o aluno centro das ações que envolvem o ensino-aprendizagem.
                 Atualmente, o orientador não pode mais atuar sozinho, desvinculado do todo da escola, aplicando apenas testes psicológicos e terapêuticos, individualmente. Sua inserção, hoje, relaciona-se ao compartilhamento de experiências com todos os profissionais da educação, discentes, família e comunidade escolar. Sua atuação está diretamente relacionada ao processo de planejamento participativo, sendo um dos profissionais mediadores da viabilização do Projeto Político Pedagógico na instituição escolar.
                Nesta perspectiva, o docente é uma figura-chave no processo de orientação, pois permanecendo mais tempo com o aluno tem maior possibilidade de observá-lo numa variedade de situações de ensino-aprendizagem. O verdadeiro profissional docente não ensina somente a ler, escrever e contar, mais inclui nos objetivos de seu planejamento a formação integral do educando: o respeito pelas diferenças, direitos e atividades alheias, valores como lealdade, solidariedade e honestidade, exercício da cidadania. (Ibid., 1989)                 Muitos professores acham difícil participar da Orientação Educacional por falta de O ORIENTADOR EDUCACIONAL: Atuação, formação profissional e dilemas enfrentados pelo Pedagogo Escolar com o fim das habilitações em Pedagogia Fabrício Spricigo Florianópolis, v. 13, n. 01, p. 187 – 205, jan. / jun. 2012 192 tempo, sobrecarga de trabalho, e porque não compreendem bem, sentem-se inseguros para colaborar ou até mesmo não dão importância, consideram desnecessário.
                Nesse sentido, o Serviço de Orientação Educacional (SOE) da escola deve promover esclarecimentos necessários sobre Orientação. Todo educador tem necessidade de conhecer o assunto, para que possa, realmente, exercer sua função enquanto profissional da educação socialmente comprometido com o desenvolvimento de seus alunos. Desse modo, o educador precisa participar do Serviço de Orientação de sua escola, pois ele é também um orientador educacional.
                O professor, como educador, será sempre um orientador, que deverá estar preparado a prestar assistência e informações solicitadas pelas crianças, adolescentes e jovens. É necessário, urgentemente, ir além da educação meramente conteudista, pois, o docente trabalha com alunos em desenvolvimento. Assim, na atualidade, a Orientação Educacional deve ser um compromisso assumido por todos os envolvidos no processo educativo, coletivamente. É preciso romper com a construção histórica de fragmentação da Orientação ligada à Ditadura Militar que pretendia moldar o aluno aos preceitos vigentes naquele período. Essa imagem da Orientação Educacional, de acordo com Pinto (2006), é resultante da implantação feita no Brasil pelo governo militar de uma ideologia política para garantir a expansão do modelo econômico de industrialização voltado aos interesses do capital estrangeiro.
                Desse modo, os princípios da racionalidade e eficiência são transportados do cenário econômico para o educacional, buscando garantir a produtividade do Sistema de Ensino. O autor supracitado registra que o perfil do Orientador Educacional, nesse sentido, estava referido ao contexto tecnicista em que sua formação era pensada. A concepção dominante de sua atuação era centrada na divisão social e técnica do trabalho que tinha como referencial a perspectiva empresarial-industrial. Assim, nas décadas de 1970 e 1980, o Pedagogo egresso das diferentes habilitações (Especialistas em Educação) passou a sofrer severas críticas, uma vez que tinha uma atuação e visão fragmentadas do seu trabalho nas escolas: o orientador educacional só via o aluno, o supervisor escolar só via o professor e o diretor só via a parte administrativa da escola. O ORIENTADOR EDUCACIONAL: Atuação, formação profissional e dilemas enfrentados pelo Pedagogo Escolar.

Retirado do site: docplayer.com.br/6547586-O-orientador-educacional-atuacao-formacao-profissional-.
Postado por: Thais Guimarães / Roseli Barbosa/ Marisete Mesquita.
Polo Paracambi.