domingo, 9 de outubro de 2016

ENTREVISTA - Professor Coordenador Pedagógico.

Entrevista feita por René Fernandes.   Graduando em Licenciatura em Pedagogia. UFRRJ-IM.
Escola: EMEI Professora Cássia Valéria Marques Furtado     Município: Mesquita-RJ
Número de alunos: 145    Número de professores: 08     Número de funcionários: 30
Turnos em funcionamento: 02 turnos 
Níveis e Modalidade de Ensino: Educação Infantil 03 a 05 anos.
Profissional entrevistado: Professor Coordenador Pedagógico.
Idade: 39 anos    Sexo: Feminino    Cor: Branca
Naturalidade: Duque de Caxias – Rio de Janeiro

ENTREVISTA - Professor Coordenador Pedagógico.

René - Quantos anos você tem de Magistério?
PCP- 20 anos.
R- Quanto tempo de trabalho como CP?
PCP- 07 anos.
R- Qual a sua Carga horaria de trabalho semanal?
PCP- 32 horas semanais.
R- Qual a sua formação inicial?
PCP- Normal, Graduação, Pós Graduação Lato Sensu.
R- Possui curso específico para trabalha como CP?
PCP- Quando assumi a função não. Depois houve concurso interno.
R- Fale sobre pontos negativos e positivos de sua formação inicial (abordando a relação entre a formação e o trabalho que desenvolve atualmente).
PCP- Preparada pela faculdade; importância grande na prática e se aperfeiçoou durante (Pós).
R- Como foi o processo de seleção/contratação para o trabalho de CP na rede na qual você trabalha? Qual a nomenclatura atribuída à função?
 PCP- Remanejamento via concurso, provas de título e currículo. A nomenclatura na rede é PCP Professor Coordenador Pedagógico (E.I. até o 5º ano) e O.P. Orientador Pedagógico (do 6º ao 9º ano).
R- Como esta organizado o trabalho do CP (lotação na secretaria ou na escola? Há uma equipe? Se sim, como é feita a distribuição  das tarefas? Como é a relação com a equipe gestora?
PCP-
·       Lotação: na escola;
·       Equipe: sim.
·       Tarefas: Professora – elaborar/executar; Direção- elaborar/executar/acompanhar; Auxiliar- elaborar/executar.
·       Relação com a equipe gestora: harmoniosa e democrática.
R- O trabalho esta ordenado a partir de uma legislação específica?
PCP- Sim. É seguido, porém vai além.
R- Quais as suas atribuições/ funções/ tarefas?
PCP- Prática; diário, relatório... Estar junto ativamente ao processo ensino/aprendizagem, instigar e fomentar a capacidade produtiva e criativa dos professores e estar integrada a gestão e a OE.
R- Comente os principais desafios/dificuldades na realização do seu trabalho.
PCP- Motivar o profissional desacreditado e o que se importa apenas com a remuneração.
R- Indique aspectos do trabalho que dão satisfação.
PCP- Diálogo com a equipe; respostas dos educandos; respeito ao outro; reconhecimento da comunidade; reflexões sobre as ações; o envolvimento da equipe; gestão democrática.
R- Haveria possibilidade de melhorar o seu trabalho? Se sim, o que?
PCP- Maior envolvimento da equipe; recursos e materiais melhores; estrutura melhor; romper com o tradicionalismo.



Por:  Nilma, Sandra e Sônia Gabilan.




Violência Escolar

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Por: Lídia B. Serrador Rodrigues 13212080169, Jane Noronha 14112080175 e Nanci Moreira 14112080200.


Síndrome de Burnout afeta professores






Por: Lídia B. Serrador Rodrigues 13212080169, Jane Noronha 14112080175 e Nanci
Moreira 14112080200.
DESAFIOS DA GESTÃO ESCOLAR NO SÉCULO XXI
SÍNDROME DE BURNOUT

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Ficamos a refletir no papel da Gestão Educacional hoje em um mundo totalmente globalizado, e concluímos que esta responsabilidade não é somente em liderar a equipe, mas intervir no bom funcionamento de toda a comunidade escolar.  As mudanças ocorridas na sociedade moderna e os enormes desafios da educação contemporânea são marcantes na vida do Professor e do Gestor Educacional (Orientador e Supervisor), pois se deparam com muitas variáveis que podem contribuir para o desequilíbrio de sua saúde física e mental, levando-o a desenvolver processos de estresse.  Os desafios diários que respectivamente a profissão lhes proporcionam como por exemplo: indisciplina em sala de aula, carga horária pesada, deficiência de material didático, número elevado de alunos em sala de aula, desinteresse da família dos discentes ao acompanhar a trajetória educacional, conselhos escolares que não funcionam, falta de professores, problemas diários entre pais, professores e alunos, organização da escola, entre outros..., pode resultar na Síndrome de Burnout. 
Essa síndrome ocorre quando a situação de estresse se torna crônica, atingindo profissionais que lidam intensamente com dificuldades alheias, como ocorre com os docentes, Orientadores, supervisores e coordenadores. A Síndrome de Burnout apresenta 3 fatores distintos: exaustão emocional (sensação de esgotamento físico e mental), despersonalização (atitudes e sentimentos negativos, com ausência de sensibilidade nas relações interpessoais), baixa realização pessoal (redução significativa do sentimento de competência.  Verificamos também que a progressão desta doença pode culminar em doenças psicossomáticas e o profissional acaba se afastando do trabalho temporariamente ou até mesmo, se aposentar por invalidez.  Para o nosso grupo foi muito importante aprendermos sobre esta síndrome pois ela também faz parte do nosso dia a dia como educadores.
Podemos nos prevenir desde já contra esta doença e o melhor a ser feito é programar as atividades de maneira que consiga deixar algumas horas de folga.  Aproveitar mais os amigos e a família, usar os fins de semana para atividades prazerosas como um passeio ou visitar alguém, tudo isso ajuda a sair da rotina. Não podemos esquecer que a atividade física também é essencial para a saúde e para o bem-estar.
Queremos destacar que não basta somente as medidas preventivas executadas pelos profissionais, mas faz-se necessário políticas administrativas e públicas agindo com eficiência e comprometimento, para que os professores e pedagogos gestores possam gerir bem o seu papel, gerando assim, escolas mais humanas e com condições de trabalhos mais favoráveis para todos.
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Referências:


Este texto foi postado por: Lídia B. Serrador Rodrigues, 13212080169; Jane Noronha, 14112080175 e Nanci Moreira, 14112080200.

sábado, 8 de outubro de 2016




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Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.

http://brasilescola.uol.com.br/educacao/escola-x-violencia.htm
 
A charge mostra como era a educação há alguns anos e como é nos dias atuais. Sabe-se que a violência nas escolas, tanto a física quanto a verbal tem assolado a amedrontado a vida de professores que se veem acuados com a falta de segurança e até mesmo do apoio dos responsáveis de alunos. Em muitos casos os professores não conseguem o apoio dos pais para resolverem as questões que se referem aos seus filhos na área da educação. Os alunos passam a maior parte do tempo com a família e é lá que constroem seus conceitos sobre a vida . É certo que a escola é também responsável por educar para a cidadania, contudo os princípios básicos vêm da família. Por vezes os Conselhos Tutelares são acionados para tomarem medidas cabíveis em certas situações de violência que são reincidentes e que os responsáveis se eximem de assumir a responsabilidade. A gestão escolar, junto com a orientação educacional e o professor, devem buscar meios eficazes para minimizar essas questões que vem se arrastando nas escolas nesses últimos anos. A impressão que se tem, é que em face dessas violências, a gestão escolar também se vê desarmada, pois lida com menores e suas medidas para solucionar questões desse tipo devem ser estudadas com cautela procurando apaziguar os ânimos na medida do possível, a fim de que possamos ter escolas onde conviver bem seja possível.
Postado por Sandra da C. T. Silva, Sonia Gabilan Carneiro L. da Silva e Nilma Rosa de Souza


São múltiplas as violências contra o professor. Desde os baixos salários ate a violência verbal e física,  que transformam o ambiente de trabalho do mesmo em uma zona de guerra, onde o professor com medo, acuado, não consegue desenvolver seu trabalho com qualidade.

Postado por. Barbara Pinto de Carvalho - matricula. 14112080496

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Violência na escola, precisa ser erradicada.




Referência: https://www.youtube.com/watch?v=Uw5_CNSruXg
Polo de Paracambi.
Por:  Roseli B. da Silva, Thaís Guimarães, Marisete Mesquita