sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A educação atualmente é um grande desafio.
Construir uma educação de qualidade, requer compreensão e entendimento do mundo contemporâneo e suas singularidades, uma vez que as influências externas afetam diretamente a escola e consequentemente a sala de aula.
Falando em construir, entende-se que não é somente responsabilidade do professor o fazer educacional e sim uma ação conjunta de  diferentes, tais como: diretor, gestor, educador, funcionários, alunos e comunidade(família).
Entendemos que  não existe uma fórmula para vencer os desafios atuais e, sim uma busca constante para um objetivo comum, que é a de formar cidadãos críticos, pensantes e exercendo uma cidadania plena.


Por: Ariane Pinheiro, Cassiane Felisberto e Verônica G. Soares.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O DESAFIO DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PERANTE A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA E A VIOLÊNCIA EDUCACIONAL.

Texto autoral do TRIO: Verônica G. Soares, Ariane Pinheiro e Cassiane Felisberto

Pensando sobre o desafio que o pedagogo tem na educação, perguntei-me: 
Se a pedagogia é a ciência da educação, é como se ensina o que é o pedagogo? Fui em busca de respostas... Então, antigamente o pedagogo era o mestre dos meninos, o escravo que conduzia as crianças à escola. E hoje? Em pleno século XXI o pedagogo pode ser considerado apenas como aquele que ensina qualquer coisa ou que apenas conduz o alunos até a escola? 
O pedagogo é responsável pelo processo educativo, por lidar com os diferentes problemas sem preconceitos, não é mais apenas um professor. Ser pedagogo não é nada fácil, precisa muita dedicação, confiança e perseverança. Em suas mãos está o futuro de muitas pessoas.
Podemos dizer assim que o desafio do pedagogo na educação é antes de tudo ser um bom profissional, estar atento a tudo, estar atualizado, ser dinâmico, criativo e flexível. 
E os desafios não param, a sociedade contemporânea nos impulsiona e nos deparamos com desafio de nos colocarmos na posição de eterno aprendiz. Ninguém sabe tudo, o conhecimento se dá através da relação com o outro, ao mesmo tempo que se ensina se aprende.
A nossa sociedade contemporânea passa por grandes transformações psicológicas ocorridas com  o ser humano  e com as famílias. O pedagogo bem preparado saberá lidar com essas dificuldades. Essas transformações acabam sendo reproduzidas dentro dos espaços escolares, atualmente são muito os casos de violência educacional, as escolas são recebedoras dos problemas  causados pelas transformações psicológicas. 
É notório a mudança de comportamento em alunos que estejam passando por algum tipo de problema, dificuldade na família, esses alunos acabam por tentar extravasar seus problemas de forma agressiva, Ir de contra a esse aluno é dar-lhe ainda mais motivos para agir assim. A atuação do pedagogo é essencial, sua intervenção junto a esse aluno e seus familiares é mais do que apenas um ato de ensinar é possibilitar a eles condições de serem compreendidos e oportunidade dele repensar suas atitudes. A intervenção desse profissional é possível pois eles consegue compreender o problema em sua raiz e não apenas no seu relexo.
Sendo assim não basta apenas ensinar ou conduzir até a escola, é preciso entender e buscar os motivos. Esse é um trabalho árduo, porém muito prazeroso. 

BULLYYING

O termo BULLYING compreende todas as formas de maneiras agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivo evidente e são tomadas por um ou mais estudantes contra outro, causando traumas, e são executadas dentro de uma relação desigual de poder. A prática de atos agressivos e humilhantes de um grupo de estudantes contra um colega, sem motivo aparente é conhecida mundialmente como bullying e bully significa brigão, valentão. O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola. Os que praticam o BULLYING têm grande perspectiva de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delituosas ou delinqüentes.

Os alunos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as alunas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se distingue, principalmente, como método de exclusão ou difamação. Até um apelido pode causar desmoronamento na auto estima de uma criança ou adolescente. Apesar de não sofrerem diretamente as agressões, poderão ficar aborrecidas com o que vêem e indecisas sobre o que fazer. Tudo isso pode influenciar de maneira negativa sobre sua competência de adiantar-se acadêmica e socialmente. O Bullying escolar é assim classificado: alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING; alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING; autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING; testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas coexistem em um ambiente onde isso acontece.


Quando não há intervenções eficazes contra o BULLYING, o espaço escolar torna-se totalmente corrompido. Todas as crianças, são afetadas, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Os alunos que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e dos meios em que vivem, principalmente os familiares, poderão não ultrapassar os traumas sofridos na escola. Poderão quando adultos apresentar sentimentos negativos, especialmente com baixa auto estima, tornando-se indivíduos com sérios problemas de relacionamento. Poderão adquirir, também, um comportamento hostil.

A prática de bullying começou a ser pesquisada há cerca de dez anos atrás na Europa, quando descobriram que essa forma de violência estava por trás de muitas tentativas de suicídios de adolescentes. No Reino Unido, por decisão governamental, hoje todas as escolas já implantaram políticas antibullying.


O médico Aramis Lopes Neto, coordenador da pesquisa da ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência) diz: “Trata-se de um problema complexo e de causas múltiplas. Portanto, cada escola deve desenvolver sua própria estratégia para reduzi-lo. A única maneira de se combater o bullying é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais. As medidas tomadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de costumes de não violência na sociedade”.

Fonte de referência: ABRAPIA

Autora: Amelia Hamze
Profª FEB/CETEC e FISO

Postado por: Thaís Guimarães, Roseli B. da Silva e Marisete Mesquita
“Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós
que é o de assumir esse país democraticamente.”
Paulo Freire
 

Por: Mayra Souza/ Sônia Maria Rodrigues/ Natália Santos da Silva

OS DESAFIOS À ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NAS TOMADAS DE DECISÕES.
A IMPORTÂNCIA DOS CONSELHOS ESCOLARES NA DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA


O Conselho Escolar, é uma instância que faz efetivar a gestão democrática e participativa na escola. Participam deste grupo os diferentes personagens da comunidade escolar. É de grande relevância a constituição dos CECs (Conselho Escola Comunidade) para a tomada de decisões, e avaliação da instituição escolar. 

O Ministério da Educação disponibiliza em seu site um caderno com orientações para gestores educacionais e aos dirigentes e técnicos das secretarias municipais e estaduais de educação objetivando o regime de colaboração com os sistemas de ensino, visando fomentar a implantação e o fortalecimento de Conselhos Escolares nas escolas públicas de educação básica.
  
Vale a pena ler este caderno!
Disponível em:   http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Consescol/ce_cad1.pdf

Por: Mayra Souza/ Natália Santos da Silva/ Sônia Maria Rodrigues

Assédio Moral: a perseguição silenciosa

Em um artigo publicado em 2003, o doutor em Psicologia pela USP José Augusto Dela Coleta publicou, a partir de 1.104 relatos de alunos e professores universitários, um estudo a respeito das manifestações mais frequentes de assédio moral. Confira algumas:

Agressão verbal: uso de termos pejorativos e palavras de baixo calão.

Intimidações: ameaçar de reprovar a turma, expulsar o aluno etc.

Acusação agressiva e sem provas: alegar que os alunos copiaram trabalhos ou estão colando sem ter como comprovar.

Comentários depreciativos, preconceituosos ou indecorosos:normalmente sobre orientação sexual, credo religioso, habilidade, profissão ou nome dos alunos.

Tratamento discriminatório e excludente:conceder benefícios a alguns alunos e desvantagens a outros.

Rebaixamento da capacidade cognitiva:comparar, de forma irônica, os próprios alunos com estudantes de outras instituições ou outros grupos de ensino; ridicularizar erros em provas e trabalhos; ler, em voz alta, as notas, enfatizando, com comentários depreciativos, os alunos que obtiveram baixo rendimento.

Uso inadequado de instrumentos pedagógicos: aplicar prova com prazo mais curto do que o necessário para resolvê-la; aumentar o nível de dificuldade das questões, como forma de punição.

Recusar-se a ensinar: negar-se a esclarecer as dúvidas, alegando que a pergunta é desnecessária ou que já havia explicado a questão antes.

Fonte: O rebaixamento cognitivo, agressão verbal e outros constrangimentos e humilhações: o assédio moral na educação superior, publicado na 26ª edição da Revista da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação

Ariane Pinheiro  14112080181
Cassiane Felisberto 14112080174
Verônica Gonçalves 14112080165

quarta-feira, 5 de outubro de 2016




A gestão escolar democrática pressupõe a participação de todos os envolvidos com a comunidade escolar na tomada de decisões referentes a escola, quer sejam nos aspectos pedagógicos, administrativos, dos recursos humanos e financeiros. A participação efetiva de diretor, pais, alunos, funcionários e demais segmentos da escola na busca de soluções para os problemas e entraves da instituição deve ser com união, transparência e diálogo, construindo propostas e alternativas para a melhoria da qualidade do ensino.

Postado por: Bárbara Pinto de Carvalho - 14112080496