sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
O DESAFIO DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PERANTE A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA E A VIOLÊNCIA EDUCACIONAL.
Texto autoral do TRIO: Verônica G. Soares, Ariane Pinheiro e Cassiane Felisberto
BULLYYING
Os alunos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as alunas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se distingue, principalmente, como método de exclusão ou difamação. Até um apelido pode causar desmoronamento na auto estima de uma criança ou adolescente. Apesar de não sofrerem diretamente as agressões, poderão ficar aborrecidas com o que vêem e indecisas sobre o que fazer. Tudo isso pode influenciar de maneira negativa sobre sua competência de adiantar-se acadêmica e socialmente. O Bullying escolar é assim classificado: alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING; alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING; autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING; testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas coexistem em um ambiente onde isso acontece.
Quando não há intervenções eficazes contra o BULLYING, o espaço escolar torna-se totalmente corrompido. Todas as crianças, são afetadas, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Os alunos que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e dos meios em que vivem, principalmente os familiares, poderão não ultrapassar os traumas sofridos na escola. Poderão quando adultos apresentar sentimentos negativos, especialmente com baixa auto estima, tornando-se indivíduos com sérios problemas de relacionamento. Poderão adquirir, também, um comportamento hostil.
A prática de bullying começou a ser pesquisada há cerca de dez anos atrás na Europa, quando descobriram que essa forma de violência estava por trás de muitas tentativas de suicídios de adolescentes. No Reino Unido, por decisão governamental, hoje todas as escolas já implantaram políticas antibullying.
O médico Aramis Lopes Neto, coordenador da pesquisa da ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência) diz: “Trata-se de um problema complexo e de causas múltiplas. Portanto, cada escola deve desenvolver sua própria estratégia para reduzi-lo. A única maneira de se combater o bullying é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais. As medidas tomadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de costumes de não violência na sociedade”.
Fonte de referência: ABRAPIA
Autora: Amelia Hamze
Profª FEB/CETEC e FISO
Postado por: Thaís Guimarães, Roseli B. da Silva e Marisete Mesquita
Por: Mayra Souza/ Sônia Maria Rodrigues/ Natália Santos da Silva
O Conselho Escolar, é uma instância que faz efetivar a gestão democrática e participativa na escola. Participam deste grupo os diferentes personagens da comunidade escolar. É de grande relevância a constituição dos CECs (Conselho Escola Comunidade) para a tomada de decisões, e avaliação da instituição escolar.
O Ministério da Educação disponibiliza em seu site um caderno com orientações para gestores educacionais e aos dirigentes e técnicos das secretarias municipais e estaduais de educação objetivando o regime de colaboração com os sistemas de ensino, visando fomentar a implantação e o fortalecimento de Conselhos Escolares nas escolas públicas de educação básica.
Por: Mayra Souza/ Natália Santos da Silva/ Sônia Maria Rodrigues
Assédio Moral: a perseguição silenciosa
Em um artigo publicado em 2003, o doutor em Psicologia pela USP José Augusto Dela Coleta publicou, a partir de 1.104 relatos de alunos e professores universitários, um estudo a respeito das manifestações mais frequentes de assédio moral. Confira algumas:
Agressão verbal: uso de termos pejorativos e palavras de baixo calão.
Intimidações: ameaçar de reprovar a turma, expulsar o aluno etc.
Acusação agressiva e sem provas: alegar que os alunos copiaram trabalhos ou estão colando sem ter como comprovar.
Comentários depreciativos, preconceituosos ou indecorosos:normalmente sobre orientação sexual, credo religioso, habilidade, profissão ou nome dos alunos.
Tratamento discriminatório e excludente:conceder benefícios a alguns alunos e desvantagens a outros.
Rebaixamento da capacidade cognitiva:comparar, de forma irônica, os próprios alunos com estudantes de outras instituições ou outros grupos de ensino; ridicularizar erros em provas e trabalhos; ler, em voz alta, as notas, enfatizando, com comentários depreciativos, os alunos que obtiveram baixo rendimento.
Uso inadequado de instrumentos pedagógicos: aplicar prova com prazo mais curto do que o necessário para resolvê-la; aumentar o nível de dificuldade das questões, como forma de punição.
Recusar-se a ensinar: negar-se a esclarecer as dúvidas, alegando que a pergunta é desnecessária ou que já havia explicado a questão antes.
Fonte: O rebaixamento cognitivo, agressão verbal e outros constrangimentos e humilhações: o assédio moral na educação superior, publicado na 26ª edição da Revista da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
Ariane Pinheiro 14112080181
Cassiane Felisberto 14112080174
Verônica Gonçalves 14112080165



